sexta-feira, 8 de julho de 2011

leituras para antes de dormir ...

...sarcasmoooo...
....postando uma pasagem de um dos livros de um sociologo polones que discute os rumos de sujeito e objeto na sociedade de consumo atual muito interesante e que me lembra muito o mode de pensar do fluser bom estou no comeso do livro pq o mesmo e bem esado e nem tem como ler sem fazer um fichamento mais fica ai uma indicação e mais um pedacinho de tempero pro caldeirao de ideias  abç a todos !! inté artistas   

Os encontros dos potenciais consumidores com os potenciais objetos de consumo tendem a se tornar as principais unidades na rede peculiar de interações humanas conhecida, de maneira abreviada, como “sociedade de consumidores”. Ou melhor, o ambiente existencial que se tornou conhecido como “sociedade de consumidores” se distingue por uma reconstrução das relações a partir do padrão, e a semelhança, das relações entre os consumidores e objetos de consumo. Esse feito notável foi alcançado mediante a anexação colonização pelos mercados de consumo, do espaço que se estende entre os indivíduos  -Esse espaço em que se estabelecem as ligações que conectam os seres humanos e se erguem as cercas que os separam.  

“Os mecânicos de automóveis de hoje não são treinados para consertar motores quebrados ou danificados, mas apenas para retirar e jogar fora as peças usadas ou defeituosas e substituí-las por outras novas e seladas, diretamente da prateleira. Eles não têm a menor idéia da estrutura interna das ‘peças sobressalentes’ (uma expressão que diz tudo), do modo misterioso como funcionam; não consideram esse entendimento e habilidade que o acompanha como sua responsabilidade ou como parte de seu campo de competência. Como na oficina mecânica, assim também na vida em geral: cada ‘peça’ é ‘sobressalente’ e substituível, e assim deve ser. Por que gastar tempo com consertos que consomem trabalho, se não é preciso mais que alguns momentos para jogar fora a peça danificada e colocar outra em seu lugar? (BAUMAN, 2001, p. 186)



A verdade que torna os homens livres é, na maioria dos casos, a verdade que os homens preferem não ouvir” (fonte imagem e as duas  frases  _www.klepsidra.net/klepsidra23/modernidade.htm)