

Opa eai!
Postar um parágrafo de um texto bem interessante que estava lendo sobre essência na arte, ou da arte.
Do fim do século XIX e inicio do XX um ponto importante para descobrimos a que isso nos leva no ciclone contemporâneo o desvinculamento do eixo histórico tanto na filosofia, como na arte com conseqüências anti "retilínecas" como duchamp protestava e ainda os pop's haveriam de banalizar e o que acaba sendo a situação trans-contemporânea onde não necessariamente seguisse preceitos ou conceitos de uma realidade histórica ou atemporal porem não usando esses conceitos como eram usados em suas respectivas épocas mais desmontando a historia da arte para subsidiar uma redescrição de padrões contemporâneos e usa-los de maneira criativa na busca da essência e da representação do "conceito plástico poético”.
ps aaaá só tenho uma critica ao paragrafo quando fala em limites alcançados pela auto-conscientisação e essência já estariam em uma especie de aceleração no espaço eu particularmente discordo acho que a essência pode ser refinada e melhorada por demais ainda que subjetivamente e individualmente.... juzé
“A possibilidade de usar os estilos dos períodos históricos anteriores, não equivale a dizer que eles têm a mesma função que tinham quando surgiram. Um modo de apresentação serve um determinado conteúdo, adequa-se a ele, mas não a outros. Podemos desenhar como os homens das cavernas ou criar música barroca, mas não nos podemos relacionar com eles como se vivêssemos no momento histórico em que surgiram. Isso não inviabiliza que os possamos incluir em obras contemporâneas, caso esta inclusão nos permita construir um modo de apresentação que mais convém ao conteúdo que queremos transmitir. De certa forma, talvez possamos concluir que a proliferação de modos de apresentação sensíveis serve a emancipação do conteúdo, tal como ela se verifica, segundo Hegel, do simbolismo até ao romantismo. A arte conceptual seria, assim, uma das expressões mais filosóficas da arte, um momento em que a arte se apresenta em conceitos e já não em formas sensíveis. A auto-consciencialização e a essência estariam então realizadas e nada de novo poderia existir no futuro que não fosse o cumprimento desta essência e desta auto consciência.
fonte: http://www.cfh.ufsc.br/~wfil/danto.htm
O Fim da Arte e a Dissolução dos Ideais Revolucionários
Paula Mateus